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DGRL (Rodoviária de Lisboa)
RNL-590.jpg

RN L-590, Modelo da Camo em Sete Rios, 1980s. (C) Carlos Lima (http://rn.com.sapo.pt/)

Criação 1984
Área de Exploração Toda a área dos CEPs 5 e 6 que não foi incorporada no CEP 10 (Cascais, Sintra, Amadora, Odivelas, Loures, Vila Franca de Xira)
Dimensão 800 autocarros (1990)
Privatização 1995
Nome na era RNIP, Privatização e Pós-Privatização

Rodoviária de Lisboa, mais tarde subdividida em 3 empresas

A subdivisão da RN DGRL (Direcção Geral da Região de Lisboa) foi criada em 1984, para organizar os transportes da região da Grande Lisboa após a criação do CEP 10, por isso foram fundidos certos corredores dos CEPs 5 e 6. Foram criados, após a fusão, 4 subdivisões da DGRL, chamados Centros Operacionais de Passageiros: 1, 2, 3 e 4. Esta subdivisão tinha, um caso particular de numeração, visto que não seguia a normal ordem das outras subdivisões aqui relatadas: L-xxx (de Lisboa - ficava com os COPs 1, 2 e 3) e CS-xxx (de Cascais e Sintra que ficava com o COP 4) (x indica o número). Também inova na questão da numeração, sendo dividida por marcas e não por tipos ou áreas.

Mais tarde em 1990, consequentemente após a criação da RNIP, é transformada em Rodoviária de Lisboa, da qual-se mantém o nome, mas após a privatização em 1995 é dividida em 3 empresas:

  • Stagecoach Portugal (Opera entre Cascais, Oeiras, Carcavelos e Sintra)
  • Vimeca/LT (Opera na Amadora, Oeiras, Carcavelos, Leste de Sintra, e Pontinha)
  • Rodoviária de Lisboa (Odivelas, Loures e Vila Franca de Xira, embora com carreiras até Sintra e Mafra/Malveira)

A única alteração após 2000 foi a saída da Stagecoach das operações de Cascais para dar lugar á ScottURB, dos mesmos donos da Vimeca/LT.

Origens e numeração de frotaEditar

Nos anos 1980, após a criação do CEP 10, os CEPs 5 e 6 vêm a sua área de exploração reduzida em certos corredores, mas ainda assim ficando com uma boa margem de expansão de frota para novas zonas mais carenciadas e que agora começam-se a urbanizar. Em 1984, a RN decide fundir os CEP 5 e 6 na nova DGRL, para congregar e aumentar os serviços para e da períferia da cidade de Lisboa, congregando igualmente recursos disponíveis para tal. A DGRL, ainda assim foi dividida em 4 subdivisões de exploração, os COP (Centro Operacional de Passageiros), que ficavam subdivididas desta maneira:

  • COP 1 - Sede: Queluz de Baixo - Operava toda a zona ribeirinha até Carcavelos, e os corredores de Amadora e Queluz
  • COP 2 - Sede: Caneças - Operava os corredores de Loures Oeste e Odivelas
  • COP 3 - Sede: Sta. Iria da Azoia - Operava os corredores do Leste de Loures e os corredores de Bucelas e Vila Franca de Xira
  • COP 4 - Sede: Cascais - Operava os Corredores de Carcavelos, Cascais e Sintra

Com isto, foi possível atribuir os números de frota através de um sistema inovador, nunca visto noutros CEPs da Rodoviária Nacional, onde havia uma ou 2 letras, de acordo com a zona de exploração (isto apenas no final de 1986), e 3 números, e esses números tinham uma distribuição intimamente ligada ao fabricante do autocarro, assim:

L (de Lisboa):

  • 100-359: AEC
  • 360-399: Leyland
  • 400-749: Volvo/outros

CS (de Cascais e Sintra):

  • 750-879: AEC
  • 880-899: Leyland
  • 900-999: Volvo/outros

A DGRL tinha sede na Avenida do Brasil, em Lisboa e os serviços das carreiras eram iniciados, na cidade, no Colégio Militar, em Entre Campos (até 1993) e no Campo Grande (a partir daí).

Era RNIPEditar

Em Janeiro de 1990, a RN, EP é transformada em Rodoviária Nacional, Investimentos e Participações S.A., onde os CEPs são transformados em empresas rodoviárias autónomas, criando assim um Holding com várias empresas. Isto tudo com vista á privatização, onde as empresas até obtém personalidade júridica própria. Com efeito, a DGRL passa a Rodoviária de Lisboa S.A., com sede em Lisboa, na Avenida do Brasil, mantendo o sistema numerativo anteriormente referido. A RL, tal como a RNIP, mantinha-se na posse do Estado Português.

Privatização e Pós-PrivatizaçãoEditar

Em 1995 é privatizada a Rodoviária de Lisboa, a 15 de Maio, sendo mesmo a última a fazê-lo (A RN e a RNIP são extintas a 31 de Agosto do mesmo ano), sendo dividida em 3:

  • Cascais e Sintra: Corredor adquirido pelo grupo escocês Stagecoach mais a Montague Private Equity, formando a Stagecoach Portugal;
  • Amadora, Oeiras e Queluz: Corredor adquirido pela Vimeca (com capitais da Imorey S.A.);
  • Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira (grosso modo): Integrado na Rodoviária de Lisboa S.A.

Em todas as operações tiveram a intervenção do Grupo Barraqueiro, através de um consórcio com as empresas supra-mencionadas (o Inotrange), em que o Grupo Barraqueiro ficou apenas com a Rodoviária de Lisboa S.A.

Após 2000, a Stagecoach vende as operações de Cascais, entrando o grupo Imorey S.A., para formar a ScottURB, sendo a sucessora legítima das 2 empresas que anteriormente exploravam os corredores de Cascais, Sintra e Carcavelos/Oeiras.

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