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CEP 7 (Rodoviária Sul do Tejo)
RN7599

RN 7599, um Volvo B10R, na Pç. Espanha, 1980s (C) Carlos Lima (http://rn.com.sapo.pt/)

Criação 1976, através do COP 7
Área de Exploração Entre Almada, Barreiro, Seixal e Margem Sul, excepto Azeitão/Setúbal
Dimensão 600 autocarros (1990)
Privatização 1995
Nome na era RNIP, Privatização e Pós-Privatização Rodoviária Sul do Tejo, em 1993, transformada em Transportes Sul do Tejo

O CEP 7 foi criado como uma subdivisão da Rodoviária Nacional, encarregada de explorar os corredores da Margem Sul do Tejo, como Almada, Laranjeiro, Barreiro e Seixal, e com a excepção de Setúbal e Azeitão.

Mais tarde em 1990, consequentemente após a criação da RNIP, é transformada em Rodoviária Sul do Tejo, da qual-se mantém o nome, mas após a prizatização em 1993, onde é vendida ao Grupo Barraqueiro e Covas e Filhos, é transformada em Transportes Sul do Tejo, perdendo o número 7 para um sistema de numeração de 3 dígitos.

Em 2002, o capital que fazia parte dos herdeiros Covas e Filhos, foi vendida á inglesa Arriva, sendo que em 2008, a Arriva ficou como maioritária nas acções.

Empresas NacionalizadasEditar

Das quais que tenhamos conhecimento que fizeram parte do CEP 7, aqui listamos:

  • João Maria dos Anjos, Lda. (Sesimbra)
  • João Cândido Belo e Ca. Lda. (Setubalense/Belos) (Azeitão)
  • Transul - Empresa de Transportes, Lda. (Laranjeiro)

Era RNIPEditar

Em Janeiro de 1990, a RN, EP é transformada em Rodoviária Nacional, Investimentos e Participações S.A., onde os CEPs são transformados em empresas rodoviárias autónomas, criando assim um Holding com várias empresas. Isto tudo com vista á privatização, onde as empresas até obtém personalidade júridica própria. Com efeito, o CEP 7 passa a Rodoviária Sul do Tejo S.A., com sede no Laranjeiro, mantendo o nº 7 como dígito inicial de um conjunto de 4. A RST, tal como a RNIP, mantinha-se na posse do Estado Português.

Privatização e Pós-PrivatizaçãoEditar

Em 1995, a 10 de Janeiro, é privatizada a RST, resultado da transformação do CEP 7 em rodoviária autónoma, e vendida ao grupo Barraqueiro e à Covas e Filhos, tendo ainda 45% ficado em gestão autónoma, sendo transformada por esta altura em Transportes Sul do Tejo, perdendo igualmente o nº 7 como identificador desta rodoviária, preferindo números de 3 dígitos.

Em 2002, uma companhia britânica de nome Arriva ficou com o capital da Covas e Filhos, sendo que em 2008 ficou majoritária nas acções, adquirindo, 50% das acções do grupo Barraqueiro.

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