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Wiki Rodoviária Nacional (1975-1992)

CEP 10

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CEP 10 (Rodoviária da Estremadura)
RN0149.jpg

RN 0149, UTIC-AEC, ex-RN 5749, ex-Gaspar 49. (C) Carlos Lima (http://rn.com.sapo.pt/)

Criação 1977
Área de Exploração Inicialmente apenas expressos por todo o país, e alugueres em Lisboa, mais tarde igualmente com serviços em Mafra, Torres Vedras, Alenquer e V. F. Xira
Dimensão 750 autocarros (1990)
Privatização 1994
Nome na era RNIP, Privatização e Pós-Privatização

Rodoviária da Estremadura, mais tarde subdividida em 4 empresas (depois com mais 3).

  O CEP 10 foi criada como uma subdivisão especial em 1977, encarregue de explorar os serviços de alugueres e de turismo na cidade de Lisboa e é com este CEP que se criam os embrionários serviços expresso entre Lisboa e as principais cidades do país, constituindo como os primeiros serviços rodoviários de longo curso, tendo também a ajuda do fim do proteccionismo dos caminhos de ferro e a melhoria técnica das infra-estruturas na altura. Estes serviços ainda eram (inicialmente) serviços de aluguer de longo curso, mas a partir de 1980 foram-se alargando até-se tornarem numa vasta rede de serviços.

Igualmente nos anos 1980, este CEP vai igualmente absoerver do CEPs 4, 5 e 6 os corredores de Vila Franca de Xira, Alenquer, Torres Vedras, Mafra e o norte de Sintra.

Mais tarde em 1990, consequentemente após a criação da RNIP, é transformada em Rodoviária da Estremadura, da qual-se mantém o nome, mas após a privatização em 1994, onde se subdivide em 4:

  • Mafrense (Mafra e Ericeira)
  • Barraqueiro Oeste (Torres Vedras)
  • Boa Viagem (Alenquer e Vila Franca de Xira)
  • Estremadura (Turismo)

Todas estas empresas mantendo o número 0 como designador principal. Esta empresa ainda existe, embora tenha outras empresas no grupo (Frota Azul, Barraqueiro Alugueres, Ribatejana (ex-Belos Ribatejana)).

Operações de longo curso e regionais (1980 até 1994)Editar

Estes serviços inicialmente partiam da Avenida Casal Ribeiro, em autocarros Caetano do tipo Alpha, motorização Magirus Deutz (mais tarde em Camo Cometa-Scania), em que era o CEP 10 a assegurar as primeiras partidas de Lisboa e as últimas chegadas a essa cidade, enquanto que os outros CEPs asseguravam opostamente. A rede criada pelo CEP 10 era igualmente explorada por outros CEPs. Com a melhoria significativa das infra-estruturas, e de onde havia alugueres de longo curso, passou a haver uma super-rede que ligava todo o país. A estação da Av. Casal Ribeiro (hoje desactivada) passou a ser cada vez mais um mega-terminal onde partiam serviços para todo o país. Hoje em dia ainda existe esse sistema (como Rede Expressos), mas embora com outro terminal (Sete Rios), mas onde participam várias empresas.

Em 1981, passam dos CEPs 4, 5 e 6 alguns dos serviços regionais que existiam nas zonas de Torres Vedras, Mafra, norte de Sintra, Alenquer e Vila Franca de Xira para o CEP 10. São igualmente transferidos desses CEPs alguns autocarros do tipo regional/interurbano e de longo curso para o CEP 10. Inicialmente tinha como terminal a Av. Santos Dumont (antigo terminal da Empresa de Viação do Algarve). Mais tarde os serviços de Mafra e Alenquer-Vila Franca de Xira mudam-se para Sete Rios, e mais tarde para o Colégio Militar. Os serviços de Torres Vedras passaram a sair do norte da Av. Casal Ribeiro.

Era RNIPEditar

Em Janeiro de 1990, a RN, EP é transformada em Rodoviária Nacional, Investimentos e Participações S.A., onde os CEPs são transformados em empresas rodoviárias autónomas, criando assim um Holding com várias empresas. Isto tudo com vista á privatização, onde as empresas até obtém personalidade júridica própria. Com efeito, o CEP 10 passa a Rodoviária da Estremadura S.A., com sede em Lisboa, na Avenida Casal Ribeiro, mantendo o nº 0 como dígito inicial de um conjunto de 4. A RE, tal como a RNIP, mantinha-se na posse do Estado Português.

Privatização e Pós-PrivatizaçãoEditar

Em 1994, é privatizada a Rodoviária da Estremadura, sendo dividida em 2:

  • Mafra: os serviços deste corredor passam para a Mafrense, propriedade de João Sardinha Dias;
  • Outros serviços: adquiridos pelo Grupo Barraqueiro.

Mais tarde, em 1996, a Mafrense é adquirida pelo Grupo Barraqueiro e reintegrada na Rodoviária da Estremadura.

Após 1996-7, os serviços da Rodoviária da Estremadura ficaram subidividos em 4 subidivisões:

  • Mafrense (explora os corredores do norte de Sintra, Mafra e Ericeira, com linhas até ao Campo Grande e ao Colégio Militar)
  • Barraqueiro Oeste (explora os corredores de Torres Vedras, passando igualmente por Mafra e Ericeira)
  • Boa Viagem (explora os corredores de Alenquer e Vila Franca de Xira, via A1)
  • Estremadura (fica com os serviços de alugueres e de Turismo, partilhados depois com a Frota Azul e Barraqueiro Alugueres)

São adicionadas após o ano 2000, mais 3 empresas: Barraqueiro Alugueres (usa a numeração 5xxx e 6xxx), Frota Azul (usa a numeração 6xxx) e Ribatejana (ex-Belos Ribatejana, explora os corredores do Sul do Ribatejo, e passa a ter o 0 como dígito inicial de um conjunto de 4).

Esta empresa ainda existe, apesar de ter recentemente mudado o nome para Barraqueiro Transportes.

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